Como bom amante da Fórmula 1, No último fim de semana pude me entreter com um dos finais de corrida mais emocionantes dos últimos anos. A disputa entre Raikkonen, Hamilton e a pista molhada de Spa Francorchamps foi sensacional. Ainda por cima descobri na internet esse vídeo que mostra essa disputa de dentro do cockpit de Hamilton e Raikkonen durante todo o duelo.
Sensacional.
Thursday, September 11, 2008
Thursday, September 4, 2008
O Primeiro Hino do Todo Poderoso
Roubado do blog do juca, que por sua vez roubou do citadini.
Quando o Clube completa os seus primeiros 98 anos de vida, este blog traz o primeiro hino, com letra de Eduardo Dohmen, música de La Rosa Sobrinho, gravado por Guarani e Pirajá na década de 1930.
Vejam que é muito diferente do atual hino alvinegro, criado por Lauro D'Ávila, em 1952.
Bem gravado e bem orquestrado, o primeiro hino é parte de nossa rica história e pode ser ouvido por todos.
Agradeço a lembrança do Nelson Próspero, do blog Segura a Fera.
Lutar… Lutar…
É nosso lema sempre, para a glória.
Jogar… Jogar…
E conquistar os louros da vitória.
E proclamar nosso pendão.
É alvinegro e sempre há de brilhar.
Lutar, viril
Para a grandeza e glória do Brasil.
CORINTHIANS… CORINTHIANS…
A glória será teu repouso
E nós unidos sempre…
elevaremos teu nome glorioso.
Quando o Clube completa os seus primeiros 98 anos de vida, este blog traz o primeiro hino, com letra de Eduardo Dohmen, música de La Rosa Sobrinho, gravado por Guarani e Pirajá na década de 1930.
Vejam que é muito diferente do atual hino alvinegro, criado por Lauro D'Ávila, em 1952.
Bem gravado e bem orquestrado, o primeiro hino é parte de nossa rica história e pode ser ouvido por todos.
Agradeço a lembrança do Nelson Próspero, do blog Segura a Fera.
Lutar… Lutar…
É nosso lema sempre, para a glória.
Jogar… Jogar…
E conquistar os louros da vitória.
E proclamar nosso pendão.
É alvinegro e sempre há de brilhar.
Lutar, viril
Para a grandeza e glória do Brasil.
CORINTHIANS… CORINTHIANS…
A glória será teu repouso
E nós unidos sempre…
elevaremos teu nome glorioso.
Tuesday, September 2, 2008
Mudando de assunto... Ou como o (suposto) furacão Gustav salvou a conveção republicana
Let's talk politics...
Tenho acompanhado com afinco as pré-eleições dos Estados Unidos. Especialmente depois de ter sido presenteado pelo sempre Iluminado amigo-parente Gerson Fujiyama com a auto-biografia de Barack Hussein Obama.
Comecemos pelo que representam todas as "preliminares" das eleições americanas.
Nunca antes havia acompanhado com tanta atenção, e não me deixo de indagar: que país no mundo acompanha com tão de perto qual será o eleito de seu partido (sim, você quase invariavelmente tem um partido antes de ter um candidato) quanto os Estados Unidos? Ademais, que "espetáculo" é o pré-candidatismo (desculpem-me pelo neologismo) norte-americano.
Como muitos sabemos, a candidatura de Obama é como uma mistura do desempenho de Usain Bolt e Michael Phelps nas olimpíadas de Pequim. Cheias de recordes e de coisas que nunca vimos. As famosas convenções, no que tange a parte democrata da política americana, foram um sucesso tal qual o SuperBowl, tanto de cobertura midiática como de superprodução. No entanto, Obama tinha, não necessariamente por sua culpa, que resolver uma série de questões de diplomacia partidária. Após ser agredido mais severamente por sua concorrente Hillary Clinton do que pelo partido contrário, o republicano (de George W. e não W. Bush), cabia à própria concorrente convencer seus eleitores de que Obama está, sim, preparado para reger os Estados Unidos da América.
Falaram Bill Clinton, sua mulher Hillary e o recém escolhido candidato à vice-presidência Joe Biden, entre tantos outros. Cheios de pompa, como se o Morumbi fosse tomado pelo PT (ou PSDB, uma mera questão de exemplificar) no que mais pareceria um show do U2, satisfizeram os eleitores (e jornalistas) tão preocupados com a "cisão" partidária entre o primeiro quase-presidente negro e a primeira quase-presidenta americana. Lembrando que a terceira opção seria o primeiro candidato latino-americano a concorrer nos EUA.
Mas chega de falar na convenção democrata. O verdadeiro assunto desse texto é de como, sem querer, o maior aliado do partido republicano (atrás por 5 pontos percentuais segundo a última pesquisa) foi... a meteorologia. Mais especificamente o previsto "Furacão Gustav".
Depois do Katrina, devastador para o Estado da Louisiana, na qual a grande cidade afetada foi a simpática e musical New Orleans, tão esquecida e, propositada ou despropositadamente, deixada de lado por George Bush e o partido republicano, Gustav seria, 3 anos depois, "The Mother of All Storms". Agradeciam, literalmente, aos céus os republicanos. E o porquê segue aqui.
John McCain sofria de dois problemas, na última semana:
1 - A tamanha receptividade de toda a convenção democrata e do discurso de aceitação à candidatura à presidência de Barack Obama.
2 - A eterna presença de ter Bush como o último candidato nos últimos oito anos de partido republicano. Além do "belíssimo" legado deixado pelo mesmo.
Mas McCain mostrou ter estrela. A presença do furacão permitiu que sua equipe o aproximasse mais da população (ao minimizar a importância, já minimizada pela mídia, da convenção de seu partido) e ao mesmo tempo se afastar de George W. Bush - enquanto que o mesmo já se afastava fisicamente para se aproximar da área que possivelmente seria afetada pelo Furacão. Bom para os dois. Bom para os republicanos. Ainda mais agora que o fenômeno natural se mostrou praticamente "inofensivo" quando comparado ao Katrina.
Bush se aproximou do povo americano (do famoso jargão "My fellow americans").
John McCain se afastou de Bush.
O Furacão deixou, por ora, sete mortes - "apenas" - e perdeu força, para deixar o partido republicano retomar a sua.
Se não houvesse o furacão, no que se comparasse as duas convenções, bom.... coitado dos republicanos.
Mas vamos mudar de assunto....
---
Em tempo: As placas dos atendentes a convenção do partido democrata diziam "Mudança". As de hoje, do partido republicano, dizem "Serviço". Como dizem os americanos "may god help us all".
Tenho acompanhado com afinco as pré-eleições dos Estados Unidos. Especialmente depois de ter sido presenteado pelo sempre Iluminado amigo-parente Gerson Fujiyama com a auto-biografia de Barack Hussein Obama.
Comecemos pelo que representam todas as "preliminares" das eleições americanas.
Nunca antes havia acompanhado com tanta atenção, e não me deixo de indagar: que país no mundo acompanha com tão de perto qual será o eleito de seu partido (sim, você quase invariavelmente tem um partido antes de ter um candidato) quanto os Estados Unidos? Ademais, que "espetáculo" é o pré-candidatismo (desculpem-me pelo neologismo) norte-americano.
Como muitos sabemos, a candidatura de Obama é como uma mistura do desempenho de Usain Bolt e Michael Phelps nas olimpíadas de Pequim. Cheias de recordes e de coisas que nunca vimos. As famosas convenções, no que tange a parte democrata da política americana, foram um sucesso tal qual o SuperBowl, tanto de cobertura midiática como de superprodução. No entanto, Obama tinha, não necessariamente por sua culpa, que resolver uma série de questões de diplomacia partidária. Após ser agredido mais severamente por sua concorrente Hillary Clinton do que pelo partido contrário, o republicano (de George W. e não W. Bush), cabia à própria concorrente convencer seus eleitores de que Obama está, sim, preparado para reger os Estados Unidos da América.
Falaram Bill Clinton, sua mulher Hillary e o recém escolhido candidato à vice-presidência Joe Biden, entre tantos outros. Cheios de pompa, como se o Morumbi fosse tomado pelo PT (ou PSDB, uma mera questão de exemplificar) no que mais pareceria um show do U2, satisfizeram os eleitores (e jornalistas) tão preocupados com a "cisão" partidária entre o primeiro quase-presidente negro e a primeira quase-presidenta americana. Lembrando que a terceira opção seria o primeiro candidato latino-americano a concorrer nos EUA.
Mas chega de falar na convenção democrata. O verdadeiro assunto desse texto é de como, sem querer, o maior aliado do partido republicano (atrás por 5 pontos percentuais segundo a última pesquisa) foi... a meteorologia. Mais especificamente o previsto "Furacão Gustav".
Depois do Katrina, devastador para o Estado da Louisiana, na qual a grande cidade afetada foi a simpática e musical New Orleans, tão esquecida e, propositada ou despropositadamente, deixada de lado por George Bush e o partido republicano, Gustav seria, 3 anos depois, "The Mother of All Storms". Agradeciam, literalmente, aos céus os republicanos. E o porquê segue aqui.
John McCain sofria de dois problemas, na última semana:
1 - A tamanha receptividade de toda a convenção democrata e do discurso de aceitação à candidatura à presidência de Barack Obama.
2 - A eterna presença de ter Bush como o último candidato nos últimos oito anos de partido republicano. Além do "belíssimo" legado deixado pelo mesmo.
Mas McCain mostrou ter estrela. A presença do furacão permitiu que sua equipe o aproximasse mais da população (ao minimizar a importância, já minimizada pela mídia, da convenção de seu partido) e ao mesmo tempo se afastar de George W. Bush - enquanto que o mesmo já se afastava fisicamente para se aproximar da área que possivelmente seria afetada pelo Furacão. Bom para os dois. Bom para os republicanos. Ainda mais agora que o fenômeno natural se mostrou praticamente "inofensivo" quando comparado ao Katrina.
Bush se aproximou do povo americano (do famoso jargão "My fellow americans").
John McCain se afastou de Bush.
O Furacão deixou, por ora, sete mortes - "apenas" - e perdeu força, para deixar o partido republicano retomar a sua.
Se não houvesse o furacão, no que se comparasse as duas convenções, bom.... coitado dos republicanos.
Mas vamos mudar de assunto....
---
Em tempo: As placas dos atendentes a convenção do partido democrata diziam "Mudança". As de hoje, do partido republicano, dizem "Serviço". Como dizem os americanos "may god help us all".
Tuesday, August 26, 2008
Hein?
O que existe entre uma lavagem de roupa e o preparo de uma refeição? O que existe entre limpar o chão da sala, varrer a cozinha e levar o lixo pra fora? Entre passar vidrex na janela da sala e lavar a louça? Entre passar roupas, arrumar a cama, organizar o armário, a correspondência, ir no banco, no supermercado?
Existe um ser humano que faz tudo isso. E se faz bem feito, existe muita reflexão. E das boas.
Existe um ser humano que faz tudo isso. E se faz bem feito, existe muita reflexão. E das boas.
Friday, July 25, 2008
Alguma coisa aconte no meu coração. Ou a Lei Seca vista daqui.
Estava ouvindo Sampa e pensei no meu primeiro dia, quando voltar, pra uma São Paulo ensolaradamente quente.
Penso que quero sair caminhando, a pé, até a Vila Madalena desde minha casa, lembrando cada esquina que conheço de cor só pra ver tudo de novo, com olhos talvez turísticos. Chegando ao meu destino, sentar na mesa do meu bar favorito, na calçada, beber quantos chopps me der na telha e, quando cansar, voltar pra casa.
Mas voltar como? de táxi, naturalmente. Só porque no meu primeiro dia na cidade, o dinheiro não vai pesar tanto. Ou melhor, vai ter um terço do peso que aprendi que ele tem aqui. E então pensei no meu segundo dia. Sair de carro começa a voltar a soar natural. E então lembrei que ainda não conheço a lei seca. Ou melhor, conheço, mas a lei seca daqui. A qual estou acostumado, mas não dirijo, então não sou uma ameaça a ninguém. Nem a mim mesmo. O que faz completo sentido e dou total apoio. Assim como entendo que um bêbado no volante é igual, seja ele brasileiro, italiano, japonês ou marroquino.
Mas acontece que a lei tem que estar baseada na realidade da população. E não criada para privá-la de todas as suas liberdades. Não entendam, nunca, que defendo a liberdade de dirigir bêbado e tornar-me uma ameaça. Mas a coisa vai mais além.
Eu nunca mais quero dirigir bêbado em toda a minha vida. E faz sete meses que não faço isso. Mas implementar tal rigor numa cidade como minha São Paulo deveria estar em conjunto com uma série de ações facilitadoras e libertadoras do cidadão paulistano, e brasileiro obviamente.
O direito de ir e vir, da segurança nesses dois trajetos e melhor ainda, que esses trajetos possam ser traçados de diferentes maneiras. O que me traz ao ponto central da questão. A lei seca deve ser implementada. Mas tem de atender a todas as necessidades do cidadão. Tal lei prevê o direito de ir e vir, livrando o condutor sóbrio de qualquer possibilidade de encontrar um outro que lhe cause dano por dirigir sobre influência. Quanto aos maus motoristas, esses ninguém pode controlar, ou melhor, pode, mas não satisfaz a interesses de montadoras automobilísticas.
Ao mesmo tempo que, ao invés de utilizar o contingente policial para fiscalizar regiões de numerosos bares e sim para fazer papel de polícia contra violência em bairros notadamente oprimidos não traz a mesma cobertura midiática que tanto interessa aos políticos da terrinha. Assim como investir em transporte público de qualidade, como ônibus noturnos fiscalizados, maior tempo de cobertura da linha de metrô (e porque não a maior cobertura da rede de metrô por si só) também não. E aqui, a lei seca existe e ninguém reclama. Porque aqui, quem reclama é burro. Porque pode voltar pra casa de muitas maneiras distintas e seguras, melhor até que dirigindo.
Mas em casa é diferente, por milhões de motivos, mas o maior deles é porque há pelo menos meio século a política brasileira se especializou em soluções imediatistas e de alta cobertura da mídia. O famoso tapar o sol com a peneira. E pra todo ser humano inteligente, sabe-se, comprar barato é comprar duas vezes. E é o que perduramos em fazer com as soluções para os nossos problemas de alguma evidência.
Porque para os problemas de maior evidência, como caos no transporte público, no sistema carcerário, na distribuição de renda e educação em áreas marginais e inclusão no ensino fundamental, médio e superior.... bom, para esses, os planos são de longuíssimos prazos. E vai continuar sendo.
E o pior de tudo é que me irrita ter tantas facilidades aqui, sendo que o motivo de tamanhos problemas na América vêm do tempo que nosso ouro era necessário para pagar dívidas com o governo inglês. Mas isso é história. Quero ver o futuro. Ta na hora de a gente assumir o papel de potência que somos. E pensar grande. É apenas o que eu penso...
Penso que quero sair caminhando, a pé, até a Vila Madalena desde minha casa, lembrando cada esquina que conheço de cor só pra ver tudo de novo, com olhos talvez turísticos. Chegando ao meu destino, sentar na mesa do meu bar favorito, na calçada, beber quantos chopps me der na telha e, quando cansar, voltar pra casa.
Mas voltar como? de táxi, naturalmente. Só porque no meu primeiro dia na cidade, o dinheiro não vai pesar tanto. Ou melhor, vai ter um terço do peso que aprendi que ele tem aqui. E então pensei no meu segundo dia. Sair de carro começa a voltar a soar natural. E então lembrei que ainda não conheço a lei seca. Ou melhor, conheço, mas a lei seca daqui. A qual estou acostumado, mas não dirijo, então não sou uma ameaça a ninguém. Nem a mim mesmo. O que faz completo sentido e dou total apoio. Assim como entendo que um bêbado no volante é igual, seja ele brasileiro, italiano, japonês ou marroquino.
Mas acontece que a lei tem que estar baseada na realidade da população. E não criada para privá-la de todas as suas liberdades. Não entendam, nunca, que defendo a liberdade de dirigir bêbado e tornar-me uma ameaça. Mas a coisa vai mais além.
Eu nunca mais quero dirigir bêbado em toda a minha vida. E faz sete meses que não faço isso. Mas implementar tal rigor numa cidade como minha São Paulo deveria estar em conjunto com uma série de ações facilitadoras e libertadoras do cidadão paulistano, e brasileiro obviamente.
O direito de ir e vir, da segurança nesses dois trajetos e melhor ainda, que esses trajetos possam ser traçados de diferentes maneiras. O que me traz ao ponto central da questão. A lei seca deve ser implementada. Mas tem de atender a todas as necessidades do cidadão. Tal lei prevê o direito de ir e vir, livrando o condutor sóbrio de qualquer possibilidade de encontrar um outro que lhe cause dano por dirigir sobre influência. Quanto aos maus motoristas, esses ninguém pode controlar, ou melhor, pode, mas não satisfaz a interesses de montadoras automobilísticas.
Ao mesmo tempo que, ao invés de utilizar o contingente policial para fiscalizar regiões de numerosos bares e sim para fazer papel de polícia contra violência em bairros notadamente oprimidos não traz a mesma cobertura midiática que tanto interessa aos políticos da terrinha. Assim como investir em transporte público de qualidade, como ônibus noturnos fiscalizados, maior tempo de cobertura da linha de metrô (e porque não a maior cobertura da rede de metrô por si só) também não. E aqui, a lei seca existe e ninguém reclama. Porque aqui, quem reclama é burro. Porque pode voltar pra casa de muitas maneiras distintas e seguras, melhor até que dirigindo.
Mas em casa é diferente, por milhões de motivos, mas o maior deles é porque há pelo menos meio século a política brasileira se especializou em soluções imediatistas e de alta cobertura da mídia. O famoso tapar o sol com a peneira. E pra todo ser humano inteligente, sabe-se, comprar barato é comprar duas vezes. E é o que perduramos em fazer com as soluções para os nossos problemas de alguma evidência.
Porque para os problemas de maior evidência, como caos no transporte público, no sistema carcerário, na distribuição de renda e educação em áreas marginais e inclusão no ensino fundamental, médio e superior.... bom, para esses, os planos são de longuíssimos prazos. E vai continuar sendo.
E o pior de tudo é que me irrita ter tantas facilidades aqui, sendo que o motivo de tamanhos problemas na América vêm do tempo que nosso ouro era necessário para pagar dívidas com o governo inglês. Mas isso é história. Quero ver o futuro. Ta na hora de a gente assumir o papel de potência que somos. E pensar grande. É apenas o que eu penso...
Tuesday, June 10, 2008
El Dia que te Dejé

Olá,
Demorou muito, mas finalmente saiu o link do curta que produzimos aqui. Chama-se El Día que te Dejé, dirigido por José Miguel Velazquez Basurto, grande amigo e companheiro de cinema.
Segue o Link:
http://www.icewhole.com/site
Sunday, June 8, 2008
Dans France
Faz tempo, mas no feriado de 1 de maio alugamos (os três moradores da casa, eu, fi e Pedrinho) um Nissan Note, 0km, e rumamos norte. França, proibida no contrato de aluguel do carro, era o destino. Conhecemos as encantadoras cidades de Toulouse, Bordeaux e Biarritz, nessa ordem. Passamos uma noite e um dia em cada lugar. O que descobri é que a França é o país mais lindo e interessante que já visitei em toda minha vida! Depois coloco um report cuidadoso de cada cidade, mas segue ao menos um link com as fotos de lá.
![]() |
| Dans France |
Subscribe to:
Posts (Atom)

